Autor: Daydreamer
Data: Domingo, 15 de Novembro de 1998


Perfis Inquietantes: O Caso Emerson – Parte I
Profiles in Caring: The Emerson Case – Part I

Capítulo 1

"O que é um amigo? Uma única alma partilhando de dois corpos."
Aristóteles

"Que você está fazendo aqui, Agente Scully?" Skinner latiu. "Você não foi liberada da licença médica ainda."

Scully se achava quieta no chovisco suave, seus olhos fixados no homem alto que ajoelhou-se, absorto da chuva, no meio de um campo sujo circundado por fita de cena de crime amarela. Ela observava enquanto ele cuidadosamente sentia a terra diante dele, movendo-se tão lentamente do outro lado da área, o qual quase parecia que ele não estava se movendo no final. O cabelo dele estava emplastado em sua cabeça, sua jaqueta de terno encharcada e grudada em suas costas. Ele tinha aparentemente removido o onipresente talhado sobretudo para evitar de ter que arrastar-se enquanto ele executava seu curso através da cena.

"Agente Scully." Skinner falou outra vez, não tanto rigidamente desta vez, mas exigindo a atenção dela e uma explicação.

"Eu sei que não fui liberada para serviço ativo ainda, Senhor," ela começou, "mas o senhor pô-lo no SCV outra vez! Perfilando, sem menos. O senhor sabe que ele pode fazer isto -- não devia fazê-lo, e certamente não sozinho -- você sabe disso e ainda o enviou aqui e não me contou!" Ela sabia que ela soou petulante, mas pareceu incapaz para suprimir isto.

"Scully -- Dana -- Eu não o enviei," Skinner respondeu. "Um do agentes designados para este caso soube que você não estava -- disponível -- por um tempo e aproveitou a situação para solicitar uma consulta diretamente de Mulder. Você sabe como ele é -- não dirá não se ele pensasse que ele pudesse fazer uma diferença. Ele acha que ele viu algo em que os outros falharam, e bem, aqui ele está." Skinner virou seu olhar de Scully para o homem ajoelhado na lama, então declarou, "E nada disso explica como você descobriu e o porquê de você estar aqui quando você não foi liberada para voltar ao dever ainda."

Scully continuou a observar o homem no campo, meio focalizada no que Skinner estava dizendo, mas primeiramente interessada no que Mulder estava fazendo. "Eu me sinto bem, Senhor," ela disse mecanicamente. No silêncio de Skinner, ela pausou, virando-se para olhá-lo, então adicionou, "Eu realmente sinto. Eu teria sido liberada na Segunda-feira. Mas agora mesmo, eu preciso estar aqui."

"Scully," ele começou gentilmente, "você sabe que não pode estar aqui até você ser liberada. Esta não é minha regra -- você sabe disso. Nós não temos opções alguma aqui."

"Você pode me liberar, Senhor. Segunda-feira é só 4 dias de distância. Eu não vou voltar." Ela olhou diretamente dentro olhos do Diretor Assistente, desejando que ele concordasse com a continuação da presença dela.

Ele pausou, avaliando o nível de determinação dela, então rosnou, todo o reconhecimento e aceitação que ela estava provavelmente a obter, e virou outra vez para observar Mulder enquanto ele continuava a trabalhar no campo na chuva.

Scully liberou uma respiração que ela não percebeu que estivera segurando. Seus músculos relaxaram, e tensão começou lentamente a brotar para fora dela. "Quanto tempo ele tem estado aqui?" ela perguntou.

"Cinco dias," Skinner replicou. "Como você descobriu?"

"Ele estivera me ligando, diariamente, às vezes duas vezes, desde que eu sai do hospital. Eram quase enfadonhas. Mas então, ele começou a soar distraído e dois dias atrás, as ligações pararam. Eu chequei por aí e descobri que ele nem mesmo estava na cidade, cavei um pouco mais, e descobri que ele estava aqui. Eu suponho que ele lembrou de ligar os primeiros dias, mas conforme ele se aprofundava mais, ele se esqueceu." Ela deu de ombros. "Eu estou contente, até certo ponto. Se ele tem que estar aqui, ele não deveria estar sozinho."

Skinner deu um sorriso raro. "Em caso você não tenha notado, eu estou aqui. Eu não o enviei exatamente só para a briga."

Scully olhou para cima ao comentário inesperado do Diretor Assistente. Ela olhou fixo para ele seriamente por um momento, então deu um sorriso rápido de sua índule. "Você tem um guarda-chuva?"

Skinner estremeceu na mudança abrupta de tópico. Ele se recompôs, "No carro. Eu sinto muito, eu não estava pensando. Eu irei pegá-lo." Ele lançou-se para o carro alugado, recuperou o guarda-chuva, levantou-o, e voltou para onde Scully se encontrava. Ela estava quase tão molhada quanto Mulder agora. Ela continuou a observá-lo enquanto ele trabalha seu curso através do campo.

"Onde estão os técnicos de cenas de crimes?" ela perguntou, quando Skinner moveu-se para o lado dela, amparando-a da chuva com o guarda-chuva.

"Eles estão no outro lado da estrada, fora desta vez, esperando por ele terminar. Depois que o corpo foi removido, ele mesmo quis fazer uma varredura, para pegar uma sensação durante o que aconteceu. Ele não quis ninguém mais no caminho."

"Oh!" Longa pausa enquanto eles dois continuavam a observar Mulder executar a regra que ele tinha estabelecido para si. "Eu posso tomar o guarda-chuva?"

Skinner olhou abaixo a ela. A atenção dela ainda estava focalizada no homem no campo. Ele passou o guarda-chuva para ela e observou quando ela pegou-o silenciosamente. Ela andou lentamente em direção a fita de cena de crime. Quando ela abordou a fita, ela parou e continuou observar. Quando ela ficou confiante que ela podia se aproximar de Mulder sem andar ou entrar numa área que ele pudesse não querer perturbada, ela mergulhou sob a fita e foi para o outro lado do campo.


A chuva repentinamente parou. Mulder interrompeu-se por um momento, tremeu sua cabeça para retirar a água de seus olhos, gratamente para o alívio do chovisco incessante. Ele continuou a executar seu curso através do campo. A terra estava ainda molhada, mas ao menos não estava chovendo nele. Depois de outros três quartos de hora, ele parou e olhou externamente. Ele olhou para cima e viu o guarda-chuva segurado numa pequena mão. Seus olhos seguiram a mão para um braço, e para um rosto muito familiar. "Olá, Mulder. Eu perdi notícias suas."

Ele limpou seus olhos outra vez, tentando desesperadamente mover seu foco do assassino que ele estava caçando para a mulher de pé diante dele. A mulher que ele tinha jurado ligar diariamente e então prontamente esqueceu a respeito. A mulher, ele se lembrou, que foi há pouco liberada do hospital, enfraquecida por sua batalha com o câncer, e ainda permanecia aqui, segurando um guarda-chuva sobre a cabeça dele para mantê-lo seco. Bem, um pouco seco -- secante -- ele apressadamente emendou. "Ei, Scully, o que está fazendo aqui?" ele sorriu tolamente para ela.

"Eu pensei que você pudesse precisar de alguém para manter você fora de encrenca, parceiro, especialmente quando eu ouvi que Skinner estava aqui," ela respondeu, sorrindo ternamente para ele. Ela estendeu uma mão e escovou uma macha molhada de cabelo da testa dele, o polegar dela gentilmente traçou a sobrancelha abaixo da mecha. "Mas eu vejo principalmente que você precisa de alguém para te manter seco. Você está quase terminando aqui?"

Ele olhou para cima a ela por mais um longo minuto, então levantou tremulamente de seus pés. Ele esticou os músculos de suas costas, e escovou o pior da lama de seus joelhos. Ele endireitou-se e então buscou e pegou o guarda-chuva da mão dela, chegando perto dela enquanto ele fazia, cobrindo-lhes os dois.

"É! eu estou. Este não foi nosso cara -- Eu não posso explicá-lo, há somente uma sensação diferente para este. Eu não sei se é um imitador ou não." Ele pôs a mão dele na pequena costas dela e eles começaram andar lentamente de volta pelo campo. "Algum dos elementos são os mesmos, mas o assassino não é extremamente individualístico com sua assinatura no final das contas, assim este podia somente ser um assassinato aleatório, com bastantes similaridades que nós tivemos que olhar duas vezes. Levou um longo tempo para alguém para conectar que nós tínhamos um serial à solta aqui no final. Há um certo elemento de aleatoridade para seus assassinatos, é difícil ver o padrão. Eu sei que a aleatoridade está lá, mas eu não consigo vê-lo ainda."

Scully escutava enquanto ele falava. Ela olhou aguçadamente para ele, estudando seu rosto, aparência pálida e cansada. Seus olhos, escuramente com círculos e avermelhados. Suas roupas, já começavam a flutuar na forma magra dele. Depois de sua breve inundação de atenção sobre ela, ele já começara a ficar interiorizado, focalizando-se na caçada outra vez. Ela precisava trazê-lo de volta antes que ele fosse por algumas horas. Ela buscou e pegou o braço dele. Ele parou seu trajeto e virou-se para olhar para ela. "Mulder," ela perguntou gentilmente, "Você já comeu pelo menos?"


Skinner continuava de pé na chuva enquanto ele observa Scully cruzar o campo. Ele notou o modo que ela cuidadosamente estudou Mulder, o forma dele, o que ele fazia, antes dela cruzar a fita e aproximar-se dele. Até mesmo então, não apareceu que ela falou. Ela somente tomou uma posição atrás dele, e segurou o guarda-chuva sobre ele, protegendo-o do chovisco contínuo. E ele nem sequer notou! Skinner ficou assombrado no modo que este homem podia pôr tudo de lado quando ele estava numa caçada.

Por quase uma hora, Scully seguiu Mulder, segurando o guarda-chuva. Skinner notou que ela segurava-o adiante, sobre ele, e ela ficou quieta na chuva constante. Ele ficou e observou, estonteado no nível de concentração de Mulder, assombrada na abstenção de Scully. Num ponto, os técnicos da cena de crime tinham se aproximado dele com queixas que eles precisavam começar, mas ele gesticulara para eles, dizendo-lhes para esperarem.

Finalmente, Mulder pareceu notar que estava chovendo em toda parte exceto nele. Ele olhou para cima, estremeceu-se, e viu Scully. Skinner não podia ouvir o que foi dito, mas ele viu o sorriso que explodiu pelo o rosto de Mulder. Scully parecia estar examinando-o ternamente. Skinner viu quando ela estendeu-se e tocou -- não -- acariciou -- o rosto dele. Mulder entendeu a dela, então levantou em seus pés, embora instavelmente. Ele se esticou, então escovou a lama de suas calças. Ele ficou por um momento olhando Scully, então estendeu a mão e pegou o guarda-chuva dela. Ele deu um passo para mais perto para ela – perto demais, Skinner notou -- e pôs sua mão nas costas dela. Eles viraram-se e começaram andar pelo campo em direção a ele.

Quando Skinner percebeu que Mulder tinha terminado, ele puxou seu telefone celular e ligou para os técnicos. "A área é de vocês. Mulder terminou." Ele desligou abruptamente, não desejando ouvir as repetidas queixas e mau humores que estavam com certeza para aparecerem outra vez, sua atenção já refocalizada nos seus agentes cruzando o campo.

Mulder parecia estar falando cansadamente, mas com sentimento. Scully escutava, mas ela também examinava Mulder. Skinner olhou mais atentamente no homem, tentando ver o que Scully estava procurando. Conforme os dois se chegavam mais perto, Skinner começou a vê-lo também. O terno, no momento molhado e enlameado, estava mais frouxo do que ele tinha estado há 5 dias atrás. Seu rosto estava pálido, não barbeado, com manchas parecendo círculos sob seus olhos. Ele andava rigidamente, como se andar fosse um esforço para ficar sobre seus pés.

Como ele pôde deixar passar isto, ele repreendeu a si mesmo. Ele tinha especificamente vindo nesta designação, deixando seu trabalho de escritório pelo o de campo, de modo que alguém -- ele, ele mesmo, Skinner -- pudesse certificar-se de Mulder não se aprofundasse muito, ele se machucar, e agora mesmo o homem parecia como morto vivo. Ele tremeu sua cabeça deploravelmente. Como Scully procedia àquilo?

Skinner observava-a continuar a conduzir Mulder gentilmente pelo campo. Quando eles alcançaram a fita, ele curvou-se abaixo e levantou-a para ela. Ela passou por baixo assim ele manteve o guarda-chuva sobre a cabeça dela. Ela buscou, pegou o guarda-chuva, e esperou enquanto ele passava sob a fita. Quando ele ergueu-se outra vez, ela passou o guarda-chuva de volta para ele e eles continuaram a andar.

Scully pareceu terminar seu exame clandestino em Mulder e ela se estendeu, pondo uma mão no braço dele. Skinner viu Mulder dar um solavanco para uma parada, e olhar, primeiro na mão dela, então dentro dos olhos dela. Ela parecia estar perguntando a ele alguma coisa.


Mulder olhou profundamente dentro dos olhos do Scully.

"Claro, Scully, eu comi há um tempo atrás."

Scully olhou para baixo, "Oh," ela disse. Ela pareceu desapontada.

"Quando você chegou Scully? Você comeu pelo menos?"

O esforço dele foi recompensado quando ela mergulhou sua cabeça para esconder o rápido sorriso que agraciou o rosto dela. "Eu meio que partir apressada, Mulder, e não tive uma chance de conseguir algo. Eu esperava que você poderia unir-se a mim. Eu odeio comer só."

"Claro, Scully, nós podemos dar uma mordida. Você se registrou no hotel ao menos?" Ele gesticulou abaixo a ele mesmo. "Nós podemos passar por lá e vestir algumas roupas secas primeiro?"

"Não, eu não me registrei ainda; Eu vim direto para cá. Mas a mudança soa como uma idéia maravilhosa."

Mulder olhou atentamente para ela então, percebendo como muito molhada ela estava. Ela deve ter segurado o guarda-chuva sobre ele o tempo inteiro, deixando a si mesma exposta à chuva. Por que esta mulher espantosa importava-se para com ele deste jeito? Ela continuamente surpreendia-o.

Eles alcançaram Skinner e pararam.

Mulder se recompôs e começou a relatar. "Senhor, eu não penso que este foi nosso cara -- isto só toca diferente em mim. Eu não sei se isto é um imitador ou não. Nosso assassino não é totalmente individualístico com a sua assinatura, assim isto podia ser somente um assassinato aleatório, com bastante similaridades que nós tivemos que olhar duas vezes. Algum dos elementos são os mesmo. Levou um longo tempo para alguém fazer a conexão que este era um assassino serial porque há um certo de elemento de aletoridade em seus assassinatos. Nada há que eu posso aprender aqui. Eu ainda não consigo obter uma marca no padrão do assassino."

Naquela admissão, Mulder pareceu dobrar-se dentro dele mesmo. As noites sem dormir, dias sem comer, o esgotamento físico puro começou a alcançá-lo. Mas ele forçou sua mente a focalizar-se na tarefa -- ele tinha que pegar um assassino. Ele meio que balançava enquanto ele ficava diante de Skinner.


Scully viu a interiorização acontecendo outra vez. Ela o segurou no mesmo tempo que Skinner fez. Eles cada um seguraram um braço, e Mulder olhou vaziamente para eles por um instante então, enxotou-os para embora, e recompôs-se de novo. Ele estava caindo de volta dentro de seu modo de perfilar. Bem, não até que ele estivesse seco, comesse, e, se dependesse-se dela, dormisse um pouco! Ela pegou o guarda-chuva da mão dele, e virou-se para Skinner.

"Senhor," começou ela. "Eu não tive chance de hospedar-me ainda. Eu mandei a linha aérea enviar minha bagagem ao hotel, e peguei um táxi para cá. Eu acho que todos nós podíamos trocar para algumas roupas secas. Aquele é seu carro?" Ela indicou o veículo que ele tinha obtido o guarda-chuva de e começou a ir naquela direção, meio conduzindo, meio puxando Mulder.

"Sim," Skinner respondeu. "Mas eu preciso ficar aqui por enquanto. Eu mandarei outro agente levá-lo ao hotel."

Skinner alcançou e destrancou o carro. Scully abriu porta de trás e ajudou Mulder a entrar. Ela observou como ele afundou para trás cansadamente, inclinado sua cabeça para parte de trás no assento e fechando seus olhos. Ela o ajudou com o cinto de segurança, então o murmurou calmamente para ele, acariciando o braço dele, ergueu-se, e fechou a porta.

"Senhor, você disse que veio cuidar dele. Bem, ele precisa disto agora. Ele está exausto, ele já está perdendo peso, e eu sei que ele não tem estado dormindo. Ele lutará contra mim -- mas o senhor – o senhor pode fazê-lo descansar." Ela atirou secamente. "Ou ao menos ordená-lo a ficar no hotel. Eu preciso que o senhor venha comigo."

Skinner estudou-a avaliatoriamente, então o cedeu. "Bem, Agente Scully. Entre."

Ele seguiu para o assento do motorista e deslizou atrás do volante. Scully deu a volta para o outro lado e entrou ao lado dele. Skinner ficou surpreso; ele percebeu que ele esperara dela entrar atrás com Mulder.

Scully olhou sobre seu ombro e, segura o bastante, Mulder estava dormindo. Assombrava-lhe de que o homem não podia dormir noites por mais do que duas horas por vez, entretanto podia cair no sono em qualquer outro lugar na primeira oportunidade. Isto tinha que ser dele próprio, finamente desenvolvido, um mecanismo de defesa.

Skinner tinha ligado o carro e começado a viagem de volta ao hotel. Ele estava constantemente ao telefone, dando orientação e direção à equipe que ainda na última cena de crime. Ele liberou os agentes designados à caça do serial, aceitando a conclusão de Mulder que este assassinato não era pelo mesmo assassino. Aqueles agentes voltariam ao centro de comando.

Scully olhava para Skinner enquanto ele fazia suas designações. Ele parecia cansado também. "Então, Senhor, quer me pôr à par?"

"Houve 5 assassinatos durante essas 10 semanas. Não foi até o terceiro que alguém começou a suspeitar de um assassino serial. Foi pura sorte que alguém percebeu-o. Os assassinatos em si foram por estrangulamento, diferentes ligas cada vez. Corda elétrica, cinto, xale, um cordão de couro, e liga de suspensórios. Os corpos estavam todos com rostos para baixo, em ostentação óbvia, mas o posicionamento era diferente para cada. Eis a extensão disto por enquanto. Você pode rever os arquivos depois desta noite."

"Depois desta noite? Senhor, Mulder precisa descansar. Ele está morto em seus pés. Você nem mesmo parece tão bem. Eu sei que nós estamos em cima do horário, mas nós podíamos ao menos fazer a revisão no hotel? Talvez ele conseguirá dormir um pouco se ele não estiver 'em ostentação' ao resto da equipe. Ele põe tamanha pressão nele mesmo para dar resultados nestes casos."

"Eu estou bem, Scully," Mulder falou alto do assento de trás. "Verdade, Senhor, estou bem."

Scully bufou e tremeu sua cabeça. Eles estavam quase chegando ao hotel. Skinner estacionou e então olhou para cada de seus agentes. Mulder estava exausto. Ele tentara endireitar-se no assento para dar crédito a seu argumento 'Eu estou bem', mas já estava esparramado outra vez. Scully parecia cansada também. As horas na chuva tinha limpado a pele dela da maquiagem, e ela ficou pálida também. Ele tomou uma decisão.

"Agentes," ele declarou, "Eu quero que você se registre, Scully, e vocês dois se troquem. Scully, vá em frente e peça refeições para os três de nós. Nós usaremos seu quarto hoje à noite se que está bem. Eu vou tirar essas roupas molhadas também, e então eu vou ao centro de comando para pegar os arquivos e outros materiais pertinentes e voltarei dentro de uma hora, nós comeremos, gastaremos algum tempo revendo o caso e deixaremos Scully em dia, e então, todos, e eu quero dizer todos, Agente Mulder, descansarão um pouco."

Skinner saiu do carro e galopou fora, não esperando pele argumento que ele esperava vir de Mulder. Não levou muito tempo também, quando Mulder o alcançou no elevador. "Senhor," ele começou.

Skinner o cortou. "Mulder, não é somente por você. Você olhou para Scully? Ela acabou de sair do hospital, ela teve um longo vôo para cá, ela ficou na chuva por horas. Ela está cansada. Mas você sabe e eu sei que ela não descansará se você não descansar." Skinner virou e olhou para Scully enquanto ela se encontrava na mesa do hotel. A voz dele tornou-se pensativa. "Ela está mais magra, também. Ela precisa comer." Ele olhou de volta. "Mulder, você não pode deixar este caso te consumir. Eu não acho que ela esteja forte o suficiente para lidar com você num desmoronamento agora mesmo. Ofereça tanta ajuda que você possa, mas não -- não – arraste-a dentro disto muito longe."

Mulder tinha também virado e estava observando Scully. "Por que ela está aqui, Senhor? Você a chamou?"

"Não, Mulder," Skinner suspirou. "Quando você não fez sua 'enfadonha' ligação diária, ela ficou preocupada. Ela começou a procurar por você, descobrindo que você estava aqui num caso da SCV, e ela acabou aparecendo. Eu ia enviá-la para casa, mas ela foi muito -- persuasiva -- quando proveu o porquê dela de precisar estar aqui."

"Recusou-se a ir casa, é, Senhor?" Mulder sorriu.

"Numa palavra, sim," Skinner disse brevemente. "E ela não vai adoecer porque você não pode conseguir tempo para comer e descansar, entendido?"

"Entendido, Senhor." Mulder virou-se e foi para lado de Scully na mesa.


Capítulo 2

"Gênio não somente diagnostica a situação mas suprime as respostas."
Robert Graves

O carrinho tinha recuperado as malas de Scully da área de armazenamento onde elas tinham sido colocadas da vinda do aeroporto. Mulder habilmente removeu-os do carregador, e perguntou, "Aonde, Agente Scully?"

Scully deu um pequeno sorriso. Mulder estava tentando. "Eu os mandei me colocarem num quarto junto ao seu. Isto fará desta reunião tarde da noite um pouco mais fácil para nós dois. Certo? Você não acha que Skinner perguntará quartos adjacentes, você acha?"

"Está tudo bem, Scully. Eu acho que Skinner está firmemente do nosso lado nesta aqui. Você sabe, 'fazer o que você precisa fazer para fazer o trabalho, e partir.'" Mulder falou insipidamente numa imitação razoável de Skinner. Eles dois sorriram. "Não, seriamente, Scully, Skinner tem sido grande neste caso. Ele tem estado trabalhando comigo, apoiando-me no que eu preciso, mantendo todos os outros à distância. Não tem sido tão mau. Ele implica comigo para comer e dormir, ou ao menos descansar." Ele olhou para baixo, embaraçado. "Ele até mesmo sentou comigo na sala de evidências quando eu passei através de tudo -- você sabe -- assim eu não poderia ter feito isto só. Ele ficou quieto -- respeitoso -- não interrompeu, mas sabendo que alguém estava lá, bem, isto ajudou."

"Então eu fico contente que ele esteja aqui Mulder." Eles entraram no elevador, as portas fecharam, e Scully estendeu e pôs sua mão no braço de Mulder. "Assim, como você está agüentando, parceiro?"

Ele olhou para a mão no seu braço, então levantado seus olhos para o rosto dela. "Eu estou cansado, Scully. Eu não consigo obter um terço deste cara. Ele podia ir outra vez a qualquer hora agora, e eu não creio que estou algo mais perto do que eu estive quando cheguei aqui. Eu realmente preciso de você para olhar as autópsias para mim. Eu preciso de você para olhar as imagens e os relatórios. Eu tenho que obter uma perspectiva fresca, um pouco de perspectiva tem que aparecer, eu tenho que . . ." Ele se interrompeu quando ela pôs o dedo dela contra os lábios deles.

"Shh -- Claro, eu olharei tudo. Eis o porquê que eu vim. Mas você -- você NÃO é único responsável disponível para parar isto, você compreende?"

O elevador abriu e eles seguiram para os quartos. Mulder pôs as malas da Scully abaixo do lado de fora porta dela, e seguiu para o lado para seu. Cada um deles entram em seu quartos e foram diretamente às portas de conexão. Cada um abriu sua própria porta, escorando-a para mantê-la aberta. Mulder atravessou imediatamente.

"Não sente na cama, Mulder -- você ainda está molhado." Ele se deteve na metade do sentar, e levantou outra vez. Scully puxara roupas secas de sua bolsa e foi em direção ao chuveiro. Mulder seguiu para uma cadeira e ficou outra vez parado. "Nem a cadeira também -- Mulder -- vá limpar-se e trocar-se. Você está molhado e está imundo."

Mulder sorriu. "Certo, Scully, você venceu -- Eu vou tomar um banho e trocar-me. Eu devo pôr alguma coisa 'mais confortável' também?" ele olhou malicioso para ela.

Ela ignorou a insinuação dele. "Barbeie-se, também," ela retrucou de volta sobre ombro dela quando ela fechou a porta do banheiro. "Você está positivamente horrível!"


Skinner chegou com o garçom do serviço de quarto. Ele estava vestido casualmente em jeans e uma camisa pólo, uma pasta numa mão, laptop na outra, e uma caixa enorme balançando precariamente entre elas. Scully o aliviou da caixa, colocando-a na cama, e direcionou o garçom à pequena mesa perto da porta.

Mulder já estava esparramado em uma das camas, dentro de moletom e uma camiseta, cabelo ainda molhado, controle remoto na mão. A TV estava baixa, e a cada segundo, havia um clic a medida que ele surfava os canais. Ele parecia completamente fora de sintonia, adormecido, ou mal acordado quando muito, e ainda, havia aquele clic firme do controle. Um braço estava jogado descuidadamente acima de seus olhos, o outro segurando o controle e estendido para o lado da TV.

Ele tinha se barbeado, Skinner notou, e enquanto ele ainda parecesse cansado, ele parecia melhor. Que diferença fazia? Ele estava limpo, ele parecia confortável, ele não estava 'em ostentação' conforme Scully colocara, portanto ele estava mais relaxado. E, claro, Scully estava aqui. A última era o ponto mais importante, Skinner teve certeza.

Scully, também, tomara banho e trocara-se, ele notou. Ela vestia jeans e um suéter grande. Vendo-a em roupas casuais, com seu cabelo puxado para trás, nenhuma maquiagem, e aquele suéter enorme, ela parecia muito mais jovem do que seus 34 anos. Ela, também, parecia cansada e magra. Ele decidiu sensatamente então, tentar fazer desta uma sessão curta.

Skinner prestou atenção das portas abertas entre os quartos. Ele relanceou dentro do quarto de Mulder -- exatamente o que ele pensou -- desastre. Ele estivera certo em escolher se reunirem no quanto de Scully. Ele olhou de volta dentro do quarto e pegou Scully observando-o. Ele deu um dar de ombros rápido e dirigiu-se à mesa.

Ele viu quando Scully foi à cama onde Mulder estava deitado, e sentou silenciosamente por um momento. Sem resposta. Ela meneou-se e moveu-se para mais perto dele. Ainda sem resposta. O controle continuava clicar, a TV movia-se de tela para tela, mas Mulder não se moveu.

Interessante, pensou Skinner enquanto ele observava o dois. Ela já se deparou com a situação antes.

Scully gentilmente falou. "Mulder. Mulder, vamos lá, é hora de comer."

Lentamente, ele pareceu voltar a si. O braço desceu e ele virou-se para olhá-la. Seus olhos estavam a meio mastro, e um lento, preguiçosos sorriso cruzou rosto dele. "Ei, Scully, você está de volta."

Ela buscou tomar o controle da mão dele, mas ele derrubou-o e seus dedos capturaram os dela no lugar. Ele virou a pequena mão dela para lado e começou para acariciar a palma com o polegar dele. "Eu senti sua falta, Scully. Eu estou contente que você esteja aqui. Eu estou contente que você não morreu."

Ela sorriu abaixo para ele, então acariciou braço dele com sua outra mão. "Eu estou contente que esteja aqui, também, Mulder." Ela pausou, dando a ele mais alguns instantes para voltar a si, de onde quer que seja sua brilhante e impulsiva mente o tinha levado. Ele continuou a fazer pequenos círculos na palma dela enquanto ele olhava fixamente para ela. Finalmente, ela olhou acima, olhando para Skinner onde ele estava à espera na mesa.

Skinner tinha observado esta pequena interação, quase magnetizado. Quando Scully olhou para ele, ele viu uma pequena ruga aparecer na sobrancelha dela e ela ruborizou-se ligeiramente. Ela pareceu constrangida que ele tivesse testemunhado este decididamente momento íntimo entre eles dois. Ele deu uma sugestão de um sorriso e acenou, e ela virou-se de volta para Mulder.

"Mulder, você está comigo agora?" ela perguntou, ainda falando gentilmente, calmamente.

"Sim, Scully, mas eu realmente senti sua falta. É um lugar solitário lá fora." Ele ainda segurava a mão dela, relutante ou incapaz de soltar ainda.

"Eu sei, Mulder. Eu sei. Eu estou aqui agora. Mas agora mesmo, você precisa levantar e comer. Eu estou com fome e você disse que faria-me companhia. E você precisa comer também."

Na menção de comida, Mulder tornara-se ligeiramente verde. Mas quando Scully tinha mencionado a própria fome dela, Skinner viu como ele engoliu duro, e mordeu de volta a resposta que ele tinha estado prestes a fazer. Hmmm, Mulder atencioso -- quem teria imaginado? Skinner zombou em sua mente.

"E o Diretor Skinner está aqui, também, Mulder," Scully continuou.


Mulder deixou cair a mão de Scully e saltou para cima fora da cama. Ele olhou para Skinner, rosto queimando, gaguejando uma breve saudação e virando-se de volta para sua parceira. "Scully," ele disse, juntando sua compostura, "o que há no menu?"

Scully observara esta pequena cena com humor. Ela levantou graciosamente da cama e foi para a mesa. Ela e Skinner começou preparar os pratos do carrinho do serviço de quarto.

"Sopa e salada para todos. Um frango, um peixe, um porco. Qual você quer, Mulder?"

"Uh, Scully, eu penso que posso gerir a sopa, talvez a salada. Eu não sei se Eu posso fazer mais."

"Tudo bem, Mulder. Eu sei que é duro para você." Um toque suave. "Comece com a sopa e nós partiremos daí."

Mulder pegou a taça de sopa, moveu-se para a mesa e sentou-se. Scully trouxe um copo de chá gelado. Ela reuniu-se a Skinner na mesa e começou comer a salada dela. Skinner estava já tomando a sopa dele, mas olhou quando ela pôs sopa dela de lado e começou na salada.

As sobrancelhas dele foram para cima -- num silencioso 'quê!?' Scully contemplava Mulder -- totalmente encarando a sopa -- e Skinner soube. Ela quis ter mais para ele no evento de ela pudesse conseguir dele comer no final das contas.

"Mulder, traga a cadeira e une-se nós," Skinner disse. "A mesa não é tão pequena."

Mulder obedientemente levantou e moveu-se, trazendo o chá, mas convenientemente deixou a sopa. Scully começado a levantar, mas Skinner gesticulou e levantou-se. Ele recuperou a taça, e colocou-a diante de seu agente. Mulder fez cara feia, disparado um olhar dissimulado para Scully, e apanhou a colher.

Dentro de 30 minutos, eles todos tinham terminado, Mulder comendo toda de sua sopa, alguma da Scully, e até mesmo bicando na sua salada. Skinner ficara surpreso de como faminto ele estivera, e tendo comido ambos o frango e parte do porco. , ele pensou. Eles trabalharam juntos e limparam os restos da refeição, empilhando-os na carrinho e movendo o carrinho para dentro do corredor. Uma vez que foi feito, eles estavam prontos para começar a trabalhar.


Duas horas mais tarde, eles estavam ainda trabalhando. Scully lera tudo que havia para ler, Mulder repassara tudo outra vez, Skinner retraçara todo passo que tinha sido tomado até aqui. Eles nem estavam mais pertos das respostas do que eles tinham estado.

Scully levantou e esticou-se. Nisto, Skinner também levantou. Eles dois olharam para Mulder. Ele se achava sentado de perna cruzada no chão, olhando fixo para as fotos das vítimas, tiradas na cena dos crimes. Ele apanhou a primeira delas e começou outra vez. Sua respiração diminuiu, e ele encarou cada uma por um logo tempo antes de ir para a próxima. Seus olhos começaram a ficar fora de focos. Sua mão congelou.

A respiração de Scully prendeu-se. "Ele vê alguma coisa," ela disse. Skinner acenou em acordo. Eles dois esperaram. Cinco minutos, dez, quinze. Skinner olhou para Scully, disposto a levar sua dica dela. Ela olhou abaixo no relógio dela outra vez -- 20 minutos -- sem movimento.

Ela moveu-se em direção a Mulder, gesticulando para Skinner ficar onde ele estava. Movendo-se cuidadosamente na frente dele a fim de não alarmá-lo, ela ajoelhou-se diante dele. "Mulder," ela disse. "Mulder, o que é?"

Os olhos deles lentamente entraram em foco e fixaram-se no rosto dela. "Scully."

Ela estendeu a mão e pegou a foto dele. A mão dela demorou-se sobra a dele por um momento, então retrocedeu para seu lado. "O que você vê?"

"Skinner ainda está aqui?" ele disse, olhou a volta. "Oh, Senhor, eu acho que você desejará ver isto." Ele levantou rigidamente, então inclinou-se abaixo e ajudou Scully a levantar. Ele se sentou na cama, puxando-a abaixo para perto dele. Skinner aproximou-se e ficou próximo deles.

Mulder apontou para a primeira foto. "Isto parece como um 'M' para alguém?"

Scully e Skinner olharam atentamente. "É possível, Mulder. Por quê?" de Skinner.

"Porque, isto," ele puxou a próxima foto para cima, "parece como um 'A' para mim." Próxima foto. "E isto podia ser um 'I,' e este pode ser um 'L.' A última foto é outro 'M.' Eu creio que nós precisamos checar conexões com os correio." Ele olhou para Skinner. "Eu sei que isto é vago -- mas é algo novo para investigar-se."

Skinner estudou as fotos, em seguida ele estudou seu agente. "Bem, Mulder. Nós investigaremos."

Mulder começou a levantar. "Só deixe-me ficar pronto, Senhor, eu estarei com o senhor num minuto."

"Agente Mulder, o único 'ficar pronto' que você vai fazer, é de ficar pronto para cama. Eu ligarei para a equipe da noite no centro de comando e contá-lhes o que nós conseguimos. Eles farão aquele trabalho preliminar que eles podem pelo resto de hoje à noite. Amanhã, quando você e a Agente Scully" -- um discreto olhar na direção dela -- "descansarem, nós começaremos um investigação mais ativa dentro desta linha de informação." Skinner olhou significativamente para Mulder, logo para Scully. "Eu vou para meu quarto agora, para pôr isto em andamento. Eu verei você dois às 07:00 horas de amanhã. Eu contarei à equipe que nós estaremos por lá às 07:30. Descansem um pouco."

"Uh, Senhor, você podia fazer isto às 8:00? Deste jeito nós podíamos tomar café da manhã." Mulder falou hesitantemente, com um relance para o lado a Scully, ela sorriu aprovatoriamente.

Skinner estudado-os, sentados lado a lado na cama, cada um preocupado com outro.

"Sim, claro, Mulder," ele respondeu. "08:00 horas que seja. Eu verei vocês dois pela manhã." Ele se virou e deixou o quarto.


Scully levantou e olhou abaixo para Mulder. Ele caiu para trás sobre a cama e olhou de volta para ela. Ela ergueu uma sobrancelha. "Cartas, Mulder? Isto podia ser aquele cliché?"

"Você nunca sabe. Este cara não está exatamente jogando com um baralho marcado. Quem sabe o que estoura na sua cabeça?"

"Bem. Nós vamos lidar com isto amanhã. Ao menos um novo caminho para explorar." Ela olhou fixamente para ele -- ele parecia como estivesse se ajustando para a noite. "Para cima, Mulder. Você fica na próxima porta."

Ele riu e levantou. "Ah, Scully, você não é divertida." Ele dirigiu-se para a porta de seu. Quando ele passou por ela, ele tocou e pegou mão dela. "Obrigado para vir, Scully."

Ela olhou para mão dele, segurando a dela, então levantou seus olhos para encontrar os deles. "Onde mais eu poderia estar, Mulder?"

Ele riu. "É, mas eu ainda não sei por quê." Ele levantou um mão e acariciou a bochecha dela, então virou-se e entrou no outro quarto. Mas ambas as portas permaneceram abertas.


Capítulo 3

"Bem, trevas tem uma fome que é insaciável,
E Iluminação tem um chamado que é difícil de ouvir-se."
Índigo Girls

Mulder estava tentando ser bom. Ele entrou no seu quarto e deitou na cama. Ele ligou a TV, mas manteve o volume baixo. A luz azul fazia tremeluzir formas no teto. Ele ficou deitado lá e observou como elas dançavam sobre sua cabeça. Ele fazia-se deitado imóvel, pensando, mas não se movendo. Ele sabia que sono não viria. Uma hora passada. Meio-caminho através da segunda hora, ele levantou silenciosamente e seguiu para porta de conexão.

Ele espiou dentro do quarto e viu Scully adormecido na cama dela. Ela deitado num lado dela, seu cabelo espalhado acima do travesseiro. Ela aninhada no cobertor até seu queixo. Ele foi até ela, então parou. Ele não quis arriscar em acordá-la -- ela definitivamente não aprovaria dele estar aqui -- assim ele contentou-se com um longo olhar – embriagando-se dela – reassegurando a si mesmo de que ela estava realmente aqui.

Então ele se virou e caminhou sem ruído à mesa, levantou a caixa de materiais que eles tinham estado usando ontem à noite, e retornou para seu quarto. Ele se acomodou contra a cama, e começou outra vez.

Depois de muitíssimas horas de trabalho relativamente infrutífero, Mulder levantou. Ele arrancou seu short e sapatos de corrida e foi vesti-los. Um último olhar em Scully -- ainda dormindo sonoramente -- e ele escapuliu pela porta. Ele começou lentamente, estabelecendo seu caminho adiante. Depois de meia milha, ele se encontrava estabelecido dentro de um ritmo firme. Ele continuou, exercendo as 5 milha de distância que ele tinha disposto para ele mesmo no primeiro dia.

Correr ajudava. Ela limpava sua mente de coisas estranhas. Seu corpo ficava ocupado, sem distração, ele podia focalizar nas coisas nas que precisavam ser olhadas. Enquanto seus pés batia progressivamente, sua memória fotográfica começou a puxar à tona os relatórios outra vez, indo de cima a baixo deles, muitas e muitas vezes. Procurando pela coisa ele tinha deixado passar que faria aquela conexão. Quando ele alcançou a curva que poderia levá-lo de volta ao hotel, o sol começou fazer seu caminho acima no horizonte. Ele começou a diminuir, esfriando-se, terminando o último bloco ou mais do passeio. Ele precisava de mais informação dos passados das vítimas. As informações estavam lá, mas não retrocediam o bastante. Ele perguntaria a Skinner para colocar alguém nisto hoje.

Ele entrou no hotel, cruzou o elevador, e avançou até seu andar. Quando as portas estavam abrindo, ele ouviu um grito de voz familiar, "Mulder!"


Skinner tinha acabado de levantar e foi em direção ao chuveiro quando o ar foi partido por um grito alto chamando o nome de Mulder. Ele agarrou sua arma, voou para fora de seu quarto e através do corredor para posta-se o do lado de fora da porta de Scully, pronta para forçar seu caminho adentro.

Ele olhou direto quando um Mulder em pânico veio voando do fim do corredor. Ele estivera obviamente correndo. Ele nem mesmo parou na porta de Scully, mas foi direito para sua própria e entrou. Skinner seguiu, arma em prontidão.

Mulder agarrou sua própria arma na mesa ao lado da cama e entrou no quarto de Scully agora quieto. O quarto estava vazio -- sem intrusos -- e ele pôs a arma de lado e foi para onde Scully estava deitada, lutando com a coberta na cama. Skinner se achava ao lado porta e observava como Mulder falava suavemente com a mulher na cama.

"Scully, eu estou aqui. Não lute. Acorde." Ele pegou e gentilmente retirava as cobertas dos dedos dela, unindo as mãos delas dentro de suas próprias enquanto fazia. Ele as segurou frouxamente por um momento, então disse outra vez, "Scully, eu estou aqui." Com um relance culpado para trás acima de seu ombro para Skinner, ele alcançou e começou a acariciava o cabelo dela. Com a outro mão ele acariciava o ombro dela e puxou-a para ele.

De repente, com um grito de "Não!" ela saltou embora. Lágrimas começaram a fluir abaixo de suas bochechas e ela começou a lutar outra vez. Com uma tremenda onda, ela se afastou de Mulder e bateu nele, forte, através do rosto. Ele caiu para trás e tombou da cama.

Skinner lançou-se adiante e agarrou os braços dela selvagemmente se movendo. "Você está bem, Mulder?" ele perguntou. Scully continuava a lutar com ele e ele apertou mais.

Mulder olhou para cima, e vendo Skinner segurando Scully, disse, "Não a restrinja, Senhor. Isto a assusta mais. Deixe-a ir e mover-se de qualquer jeito."

Skinner olhou duvidosamente para Mulder, mas soltou Scully e recuou para longe. Ela acalmou-se quase imediatamente, mas lágrimas ainda fluindo para baixo de suas bochechas. "Mulder, você está sangrando," ele declarou.

Mulder alcançou seu lábio, tocou-o, e trouxe de volta um dedo ensangüentado. Ele levantou e dirigiu-se para a porta para de seu quarto. "Só vigie-a por um minuto. Eu preciso limpar o sangue. Se ela se lembrar disto, ela vai ficar bastante chateada quando isso acontecer."

Ponderando aquele comentário enigmático, Skinner sentou na outra cama, e observava enquanto Scully alternadamente se deitava calmamente ou contorcia-se e lutava, chorava imperscrutivelmente o tempo inteiro. Ele debateu sobre se ou não tentar acordá-la, mas decidiu esperar a volta de Mulder. Ele voltou rapidamente e segui à cama onde Scully estava deitada quieta agora.

Só quando ele sentou, ela outra vez agitou-se logo, mas desta vez ele estava preparado. Ele agarrou os braços e falou severamente, "Scully!" Os olhos dela voaram ao abrirem, e ela congelou no meio da luta. Ela encarou Mulder, olhar cristalinos primeiro, então lentamente clareando. Por fim ela pareceu desfalecer dentro dela mesma. Mulder pegou-a quando ela inclinou e puxou-a para dentro de seus braços. Ela começou soluçar. "Foi tão real, tão real. Estava acontecendo tudo outra vez."

"O quê, Scully, o que estava acontecendo?"

Um pequeno fungado. "Eu não me lembro. Eu só sei que foi horrível. Nada podia fazer para parar."

Mulder começou a falar acalmadoramente para ela. Ele moldou o rosto dela nas suas mãos, apagando as lágrimas da bochechas dela com seus polegares. Ela pareceu acalmar-se um pouco enquanto ele falava, relaxando sob o toque dele. Ela instintivamente moveu-se para ele, e ele puxou-a bem mais apertado dentro de seus braços.

Skinner ficou fascinado a medida que ele assistia o 'tableou' (cena ou quadro em francês) desdobrando-se diante de si. Mulder continuo a segurar Scully, acariciando o cabelo dela, e falando gentilmente. O corpo dela começou a falhar, como se de esgotamento, e Mulder lentamente abaixou-a de seus braços para seu colo. Ela se esfregou na coxa, relaxando sob o sacerdócio dele. Quando ela ficou completamente relaxada, Mulder começou a recuar e levantar. Mas ela segurou e agarrou-o, dando um argumento incomunicável, e segurou-o no lugar. Ele arriscou um rápido olhar a Skinner outra vez e disse, "Ela tem esses pesadelos, Senhor, desde da abdução. Não freqüentemente, mas quando ela está sob tremendo estresse. Isto tem acontecido muito desde o câncer."

"Então é uma boa coisa que ela tem você para ajudá-la, Agente Mulder," Skinner respondeu.

Mulder acenou, sua atenção focalizada na mulher que estava enterrada no seu colo. Ele gentilmente acariciava-a, fazendo sons calmantes e sem sentido por outro minuto, então respondeu calmamente, "Não, Senhor, é uma boa coisa que eu a tenho. Eu não sei o que faria sem ela."

Mulder desembaraçou-se do aperto de Scully, e puxou as cobertas de volta sobre ela. Ele alisou o cabelo dela uma última vez, seu toque demorando-se. Ele embrulhou ambos os braços sob as cobertas e correu suas mãos de lado para estender, livrando-se das rugas. Ele levantou e foi unir-se a Skinner na soleira da porta para seu quarto.

"É hora de nós levantarmos, Senhor. Ela não vai gostar de você estando aqui. Ela nem mesmo gosta de mim por estando aqui, mas ela o tolera."

"Eu entendo, Mulder, mas eu gostaria de avaliar a condição da Agente Scully por mim mesmo, se você não se importa. Eu não estou não completamente satisfeito de que ela deva estar trabalhando afinal."

"Oh! Eu não em importo – ela é a única com que você terá que lidar." Mulder sorriu para Skinner e andou de volta para a cama de Scully. "E VOCÊ será aquele a dizer a ela que ela não pode trabalhar. Isso eu quero ver." A última frase foi meio murmurada sob sua respiração.

Mulder abordou a cama outra vez. Ele estendeu a mão e gentilmente tremeu Scully. "Ei, você, acorde. É hora de levantar."

Scully rolou para Mulder e levantou uma pálpebra. "O que você está fazendo em meu quarto?" ela começou, mas então notou o lábio dele inchado. Ela sentou para cima rapidamente. "O que aconteceu com seu lábio?"

Mulder lançou um relance culpado em direção a Skinner, então mentiu, "Eu cai quando estava correndo."

Scully seguiu o relance de Mulder e viu Skinner de pé no quarto dela, ainda em roupas noturnas. "Por que está aqui, Senhor?"

Mulder esculpiu um olhar de súplica para Skinner. Skinner olhou para eles então e em seguida disse, "Eu vim acordar Mulder cedo. Nós somos necessários no centro de comando. Vocês têm meia hora para vestirem-se. Nós ainda teremos tempo para dar uma mordida rápida para comer antes de nós encontrarmos com a equipe." Skinner virou-se e saiu pelo quarto de Mulder.

Os ombros de Mulder desceram em alívio. "Você está acordada agora?" No aceno de Scully, ele continuou, "Eu vou tomar uma ducha rápida -- Eu estou esgotado." Ele levantou e dirigiu-se de volta para seu próprio quarto.


Os três se encontraram no saguão do hotel e cruzaram o estacionamento até cafetaria localizada na próxima porta. Ambos os homens trajavam ternos de negócios padrão, embora a gravata de Mulder era qualquer coisa exceto padrão. Scully usava um terno de saia, com sua sempre dádiva de saltos.

Conforme eles andavam Scully retrocedeu um pouco para atrás dos homens, estudando Mulder. Ele se virou, "Quê? O que você está procurando agora?" ele perguntou em exasperação.

"Eu estou te observando andar," ela declarou formalmente. "Eu quero me certificar de você não se feriu mais do que você está contando-me na sua queda."

Mulder ruborizou-se e olhou culposamente para Skinner. "E bem que pensei que você estava somente vendo meu traseiro, Agente Scully."

"Como desejar, Mulder," ela replicou. "Mas, na verdade, você não perece muito ferido. Tem certeza que está bem?"

"Sim, Mãe." Mulder respondeu.

"Você não dormiu, contudo. Eu posso dizer. E você trabalhou ontem à noite."

"Como você pode dizer isso?" Mulder ficou surpreso, ele achou que ele parecia bem alerta esta manhã.

"Você se cortou se barbeando -- você nunca se corta nisto a menos que você esteja cansado. E, você esqueceu e deixou a caixa no seu quarto. Ela estava na meu quanto quando nós nos retirarmos."

"Com essas técnicas investigativas, Agente Scully, você deveria pedir um aumento."

Skinner via a inter-relação com divertimento, então limpou sua garganta. Ambos Mulder e Scully saltaram, como se eles tivessem esquecido da presença dele. "Nós precisamos ir andando se nós formos chegar na reunião da manhã a tempo."

Eles todos retomaram seu passo firme à cafeteria e ao café da manhã. Eles entraram e foram sentando prontamente. A garçonete apareceu para pegar seus pedidos.

Mulder começou, "Eu quero café, o maior que você tiver, puro, e outro para viagem."

Scully ergueu sua sobrancelha para ele, e ele abaixou sua cabeça. "Ele terá suco laranja, meio melão, e torrada. Eu terei o mesmo. Senhor?"

Skinner olhou para garçonete, que olhava em confusão para Mulder. Ele somente acenou encabulado e estudou a mesa. A garçonete virou sua atenção para Skinner. "Na verdade, que soa muito bom. Eu terei o mesmo, mas traga-me um dinamarquês ao invés de torrada." A garçonete acenou e apressou-se.

"Mulder, você tem que comer," Scully começou, mas Mulder acenou para tranqüilidade dela.

"Eu sei, sinto muito, eu tentarei. Ouçam, eu decidi que enquanto eu estava correndo que nós precisamos de mais informação do passado. O que nós temos não vai longe o bastante. Você podia pôr alguém nisto esta manhã, Senhor?"

"Bem, Mulder, Quão longe nós precisamos retroceder?"

"Vamos tentar voltar para quando elas primeiro deixaram as casa dos pais. Todas as vítimas eram razoavelmente jovens, mas viveram por sua conta própria por no mínimo de três anos. Rastreie onde elas viveram, quando, companheiros de quartos, tudo atrás de quando elas deixaram o ninho."

Suas refeições chegaram naquele momento, e conversa voltou-se para assuntos mais mundanos. Quando eles terminaram, Mulder olhou Scully e ironizou, "Eu limpei meu prato, Mãe, posso ter aquele café pra viagem agora?"

Scully carranqueou para ele, então acenou para a garçonete. "Um grande café pra viagem, por favor."

Ela voltou-se para Mulder, "Feliz agora?"

"Oh, Scully, você sabe do que eu gosto," ele arreliou de volta.

O café de Mulder chegou e eles todos dirigiram-se ao carro, e ao longo dia a frente deles.


Capítulo 4

"Ele que luta com os monstros deve tomar cuidado para que não ele por meio disso torne-se um monstro. E se você olhar por tempo demais dentro do abismo, o abismo também olha para dentro de você."
Nietzsche

Quando o carro diminuiu e então parou, a voz de Scully interrompeu o devaneio de Mulder. Ele ficou grato. Ele tinha gastado o viagem inteira pensando a respeito de conseguir entrar na cabeça do assassino, seus pensamentos, os por quês e motivações de suas ações. Isto era um trabalho exaustivo, indo para um escuro e perturbado lugar, um lugar que ele não queria entrar. Algumas vezes entrar parecia para custar ambos de sua sanidade e sua alma. Ele sabia o que ele precisava fazer, mas qualquer interrupção neste tipo de trabalho, enquanto adiava o inevitável, era um alívio bem-vindo.

Quando os três entraram no centro de comando, um telefone tocou. Um agente respondeu, ouviu por um momento, então desligou. Ele voltou-se para Skinner, "Houve outro, Senhor."

Mulder visivelmente sucumbiu nestas palavras, buscando e segurando a margem da mesa para manter-se em seus pés. Skinner rapidamente dirigiu-se para ele, e sentou-o numa cadeira. Scully movei-se para trás dele e pôs sua mão no ombro dele. Skinner ficou ao lado dos dois por mais um minuto, então enfrentou a espera da equipe.

"Aqueles que estavam trabalhando na possibilidade da conexão do correio, termine com isto, consigam um relatório juntamente e estejam preparados para compartilhar suas descobertas nas instruções desta tarde. Eu quero outra equipe se aprofundando no passado. Nós precisamos de mais informação sobre as vítimas. Traçá-las de trás para quando elas deixaram as casas de seus pais. Certifiquem-se que vocês de incluírem a vítima mais recente. Esta equipe dever também estar preparada relatar-se esta tarde. Eu quero o pessoal da cena de crime comigo. Perguntas? Bem, pessoal, olhem com atenção e mãos à obra."

Skinner deu um último olhar a volta então focalizou-se em Mulder. Scully ainda se encontrava atrás dele, sua cabeça curvada no ouvido esquerdo dele, murmurando para ele. Ele ainda parecia pálido, muito pálido. O polegar dela movia-se em pequenos círculos acima da haste do ombro dele, os dedos dela repousaram perto do pescoço dele. Ele estava tenso, mas parecia acalmar-se na presença dela.

Ele andou para eles e limpou sua garganta. "Você está dois comigo." Ele abaixou sua voz, inclinando abaixo ligeiramente, "você está bem, Mulder? Você realmente tem que ir à cena do crime?" Mas ele sabia a resposta mesmo quando ele fez a pergunta.

Mulder endireitou-se na sua cadeira. Sua mão subiu e uniu-se a da Scully por um instante, dedos entrelaçados. Ele olhou para trás e acima para ela, um sorriso rápido no rosto dele, tristeza profunda dentro de seus olhos. Ela fixamente olhou de volta para ele com compaixão, zelo, preocupação. Então o momento passou. Ambos as mãos caíram e Mulder levantaram. Skinner perguntou-se se ele tinha imaginado a inter-relação; as máscaras profissionais estavam ambas tão firmemente no lugar agora.

"Eu estou bem, Senhor." Um relance para Scully, um aceno rápido dela -- concordando? encorajando? "Nós estamos prontos."

Quando eles entraram no carro, Scully deslizou dentro atrás com Mulder, deixando Skinner sozinho na frente. O cominho à cena do crime foi silencioso. Skinner olhou no espelho retrovisor diversas vezes. Enquanto a distância entre seus dois agentes nunca variou, em algum ponto, Mulder tinha buscando por Scully, e segurado a pequena dela mão na sua. Ontem, a mera presença dela tinha sido bastante acalmar e confortá-lo. Hoje, especialmente depois do último assassinato, ele parecia necessitar de mais reasegurança tátil.

O corpo deitado num posto de gasolina abandonado perto da margem de cidade. Estrangulamento -- desta vez usando gravata de um homem. A fita amarela estava armada, mas uma vez mais, as técnicos tinham estado aguardando de lado, esperando por Mulder. Ele ficou na entrada da porta, olhando fixamente para a face abaixada da jovem mulher deitada no piso empoeirado. Ela estava nua e tinha sido abusada. O garrote ainda estava enrolado apertadamente sobre sua garganta, a pista final descuidadamente despejado pela suas costas.

"Nossa próxima letra, Scully," Mulder disse, apontando para costas da mulher. "E."

"Liam-me? O que isto significa, o que ele quer?" Scully perguntou.

Mulder deu de ombros. Ele mencionou aos técnicos para virem e levarem o corpo. Então ele moveu-se pela salão, tomando uma posição ao lado da uma janela coberta com madeira.

Scully moveu-se com Mulder, andando perto dele. Ela falou. "Eu preciso ir com... " Ela gesticulou para a vítima. "Você ficará bem até eu conseguir voltar?"

Mulder deu de ombros outra vez. "Eu ficarei bem. Vá. Faça. Está tudo bem."

Scully levantou e pôs sua mão gentilmente no braço dele. Ela olhou para cima e capturou os olhos dele com os seus. Eles permaneceram lá, imóveis, até Mulder finalmente cobrir a mão dela com a dele. Numa suave e gentil voz, ele disse, "Scully, vá. Está tudo bem."

Ela continuou a examinar os olhos tristes dele, então por fim, acenou em acordo. "Lembre-se, Mulder, Skinner está aqui. Você não está só. Você não tem que fazer isto sozinho. Você não é responsável para parar isto. Você pode somente fazer o que pode fazer."

Scully puxou sua mão para libertar-se, virou-se, e caminhou embora. Mulder seguiu-a com seus olhos até que ela deixou o edifício e ele não pôde vê-la mais. Então ele voltou sua atenção à cena diante dele.


Várias horas depois os analistas de cena de crime e o pessoal forense especialista tinham partido. Skinner gastara aquele tempo supervisionando o trabalho, revendo por telefone as investigações que continuavam do escritório, e vigiando Mulder. Scully tinha partido com o corpo para apressar a autópsia. Mulder tinha encontrado um canto, instalando-se lá, e não se movera. Ele assistira os outros trabalhando, tendo olhos fixados no ponto que o corpo tinha ocupado, e tinha gastado o tempo encarando no espaço. Ele esteve constantemente se encolhendo para baixo no canto, pernas abertas, braços colgados sobre os joelhos. Ele tinha removido sua gravata, e segurado-a soltamente em suas mãos, contemplando-a com olhos desfocados. Ele alternadamente inalava, puxando a gravata apertada, então exalava, permitindo a gravata cair solta outra vez.

Skinner foi até ele, posicionando-se de pé na frente dele, esperando. Quando Mulder não o reconheceu, ele ajoelhou-se, tentando pegar o olhar de seu agente. Ainda sem sinal de reconhecimento. Era como se Mulder não estivesse lá. Skinner limpou sua garganta. Nada. Isto era assustador, o jeito que ele afundou tão completamente dentro da mente e motivos do assassino.

"Agente Mulder." Skinner falou calmamente, mas claramente.

"Ele as sufocou," Mulder disse numa baixa e cansada voz. A gravata foi puxada esticada. "Ele continua a retirar sufocando a vida fora delas." Uma ponta amarrada acerca de sua mão – puxada apertada. Voz carregada. "Elas sufocaram-no de algum modo -- sufocaram de seu auto-respeito, sufocaram de sua vida social." Sua mão tornou-se vermelha, a gravata apertando enquanto ele puxava, forte e mais forte. Voz carregada, "Talvez ele foi sufocado sexualmente com um ou mais deles. Agora ele as sufoca de volta." Sua mão estava virando roxa agora, isolada. Voz sufocada, abaixando-se. "Elas o isolaram -- do sexo? Do amor? Da vida? Do quê? Do que ele precisava. Elas o isolaram do que ele precisava." Voz abaixou-se mais -- impossivelmente baixa -- arfando de respirar para falar. Mão completamente roxa, ainda puxada na gravata. "Assim ele as isola do que elas precisam -- a sopro da vida -- sem ar para aquelas que isolaram-no." Tremendo, arfando. "Sem circulação para ele -- sem circulação para eles." Puxando mais forte na gravata -- mão além de roxa -- inchada. "Ele tem que sufocá-las de modo que ele possa respirar."

A última frase foi mal completada acima de um sussurro, e Skinner encontrou-se encarando dentro dos olhos brilhantes com um movimento de lucidez. Mulder começou a ofegar, incapaz de retomar sua respiração. "Mulder – Agente Mulder." Skinner falou incisivamente mas Mulder continuou a arfar. Ele pegou rapidamente e desenrolou a gravata a volta do pulso do homem, jogando-a pelo quarto em desgosto. Quando o sangue começou fluir de volta dentro da mão do Mulder, sua respiração começou a restabelecer-se.

Skinner embalou a mão abusada na dele, massageando a palma e dedos, tentando ajudar a estimular o sangue de volta dentro do órgão faminto. Ele capturou olhar de Mulder, tentando para fundamentá-lo, mas Mulder olhava vago, não reagindo. Skinner buscou e sentiu por um pulso no pescoço. Estava correndo. Ele estava frio, apavorantemente frio. "Mulder?"

Skinner o abaixou de um jeito no chão, sentando-o com suas costas ainda no canto. Ele levantou rapidamente e foi à porta, pedindo um cobertor. Ele puxou seu celular e ligou para Scully. "Volte agora." Ela nem mesmo respondeu, só silêncio, entorpecente, e um clic de desconexão. Skinner assumiu que ela estava a caminho.

Depois de seu comentário sobre o assassino, Mulder tinha retraído-se completamente dentro de si mesmo. Skinner deu ordens para ninguém entrar no sala abandonada, mantendo os curiosos longe. Ele enrolou o cobertor a volta dos ombros de Mulder, então, hesitantemente, quase incomodamente, pegou a mão dele outra vez. "Retorne, Mulder. Scully estará aqui logo. Você não a quer que veja isto, quer?" Skinner sentiu-se horrível usando Scully para invocar culpa na trilha já de culpa de seu agente. Mas não houve resposta.

Skinner puxou o cobertor mais apertado a volta nos ombros de Mulder, então sentou no chão na frente dele. Ele continuou a segurar a mão do Mulder, esperando que o contato o mantivesse ligado ao aqui e ao agora, ao menos até Scully chegar. Vendo Mulder deste jeito, perdido no mundo de um assassino, era uma nova e instável experiência. Se isto era o que ganhava por ser um perfilador, Skinner deu obrigado silencioso que ele nunca tivesse mostrado uma aptidão naquela direção, e pôs-se lá a esperar.


Scully estava auxiliando na autópsia da última vítima quando seu telefone celular tocou. Tendo o assistente extraído e aberto-o, segurando-o acima para ela, ela respondeu, "Scully." A voz de Skinner soou no seu ouvido, "Volte agora." Ela nem mesmo respondeu. Ela começou a retirar as luvas e emitiu instruções para o corpo ser segurado até ela poder retornar. Ela alcançou, pegou seu telefone, fechou-o, e partiu.

Quando ela chegou na cena do crime, ela imediatamente notou um agente de pé na entrada da porta para o interior do posto de gasolina, quase como se em dever de vigia. Ela cruzou por ele e ele acenou para ela entrar. Ela entrou, pausando para deixar seus olhos se ajustam ao quarto escurecido.

Ela viu Skinner primeiro, sentando na poeira na esquina ao longe. Ela moveu-se na direção dele e ele fez preparou-se como para levantar. Ela sinalizou para ele para ficar onde estava. Imediatamente, ela notou que ele estava segurando a mão de Mulder. Agora, aquilo era intrigante. Ela tinha longo conhecimento que Skinner era atencioso e complacente, especialmente onde ela e Mulder era o assunto, mas ela ficou surpresa por essa evidente demonstração.

Os olhos dela sobrevoaram de Skinner para repousarem em Mulder, ainda encolhido na esquina, sentando imóvel, com um cobertor enrolado a volta de seus ombros. Sua gravata fora retirada e havia marcas vermelhas de raiva a volta do pulso da mão inchado que Skinner segurava.

Scully ajoelhou-se ao lado de Skinner e perguntou, "O que aconteceu?"

"Ele parecia bem, observando, examinado as coisas, não comentando, mas pelo menos alerta e respectivo. Ele ocupou-se daqui debaixo e tirou sua gravata. Eu pensei que ele estava ficando confortável, colocando-se aqui para fica longe do caminho. Eu -- Eu não percebi . . . " a voz do Skinner se perdeu.

"Eu sei. Isto escapa de você. Ele te contou algo?"

"Algo sobre o assassino precisar sufocar as vítimas, porque elas tinham o sufocado. Eu perdi uma parte porque ele parecia tentar isolar sua mão com sua gravata no mesmo tempo. Eu fiquei mais interessado em restaurar a circulação e tentar conseguir dele reconectar-se com o resto de nós." Skinner estava frustrado, angustiado, e sentindo-se um pouco inútil.

Scully acenou e focalizou-se em Mulder. Ela pegou a mão dele de Skinner, cuidadosamente examinou-a para sinais de danos. Ela começou a acariciar mão dele, então subiu para seu braço, todo o tempo fazendo sons calmantes e barulhos serenos. Ela moveu-se para mais perto, seus joelhos tocando a coxa dele.

Ele piscou e começou a focalizar, na voz serena dela puxando-o de volta dentro do aqui e agora. Ele saltou para trás, então olhou gratamente para ela, bebendo da presença dela. Ele inclinou para frente dentro do braços dela por um momento, murmurando, "Eu sinto muito, eu sinto muito, eu não ia fazer isto, eu não pensei. . ." Sua voz perdeu-se quando ele recuou e sentou-se reto. Numa voz mais clara, "Obrigado, Scully. Eu fui pouquinho fundo nesta aqui, huh? Está tudo bem? Eu não ..." Ele parou, corando.

Ela sorriu suavemente e removeu sua mão do braço dele. "Um pouquinho fundo? Você pode dizer isso. Eu creio que você assustou o Diretor Skinner." Ela sorriu, virou-se ligeiramente para olhar à gravata arruinada caída no andar, então ironizou, "Ao menos a gravata não é uma grande perda."

Mulder atirou secamente, "Scully, você me magoou!"

Ela ficou séria e olhou de volta para ele, levantou a mão e escovando cabelo dele de seus olhos, então moldou a bochecha dele. Inclinando-se adiante, ela tocou sua testa com a dele por um longo momento. "Mulder, você tem que deixar de fazer isto. Isto não é bom pra você."

Ele capturou mão dela na sua, segurando-a no rosto dele, e apoiando-se na força dela. Ele acabou olhando para ela; não havia resposta que ele pudesse fazer. Eles dois sabiam que ele faria o que tinha que ser feito.


Skinner ergueu os olhos em alívio quando Scully deslizou dentro. Ele observou como ela ficou imóvel calmamente por um momento, então dirigiu-se para lá. Ele começou a levantar, mas Scully acelerou, e unido-se a ele no chão sujo, perguntou o que tinha acontecido. Ele brevemente disse-lhe o que tinha ocorrido, sentindo que ela estava só meio escutando-o, a atenção dela estava tão focalizada no homem diante deles.

Ela surpreendeu-lhe por reconhecer seu relatório, então o assegurou que ele não podia prevenir esses deslizes dentro da loucura do assassino que Mulder parecia tomar. "Isto escapa de você," ela dissera. Quão tão freqüentemente ela viu isto, lidando com este lado de Mulder, ele perguntou-se. Ele resolveu ser mais cuidadoso do que designar a eles, e do que permitir a eles empreender.

Skinner era um espectador enquanto ela pegava, tomando a mão de Mulder dele cuidadosamente, como se ela fosse um filhote de pássaro ferido. Ela embalava a larga mão dele nas suas próprias mãos, gentilmente avaliando qualquer dano.

Com um relance rápido na direção dele, ela começou cuidar da mão de Mulder, num lenta, quase sensual movimento para cima e para baixo da palma, e do lado das costas. Tudo enquanto ela falava suavemente, calmamente, encorajadoramente, como ele fosse uma criança assustada ou um animal selvagem. As palavras não eram importantes, era o tom que elas levavam. Proteção. Segurança. Confiança. Compaixão. Carinho. Querido. Amor.

Mulder pareceu piscar, como se tentando refocalizar-se. A mão de Scully começou o mesmo movimento lento de carícia para cima no braço dele. Ela moveu-se para mais perto a ele, seus joelhos apertados contra a coxa dele. Uma mão seguranda a dele, a outro acariciando-o, quase como um treinador abrandaria um cavalo selvagem.

Skinner observava em temor enquanto Mulder piscava outra vez, seus olhos movendo dentro e fora de foco, até finalmente, ele saltar, recuando ligeiramente, então inclinou-se dentro dos braços de Scully. Ele murmurou para ela, também calmamente por Skinner ouvir. Ela o silenciou e segurou-o bem apertado, fixando-o ao presente, até ele lentamente, obviamente relutante, recuo e sentou-se reto.

Skinner ficou surpreso quando Mulder agradeceu a Scully, numa voz suficientemente clara. Ele disse alguma coisa sobre ir muito fundo. Muito fundo, Skinner pensou, essa deve ter sido a declaração do ano. Scully deve ter concordado, pois no segundo depois ela fez o mesmo comentário em voz alta, adicionado "Eu creio que você assustou o Diretor Skinner."

Assustou -- merda, isto nem mesmo providencia-se em disfarçar, Skinner pensou. Nenhuma maravilha que eles o chamam de Spooky(Estranho). Como Scully lidar com este comportamento obsessivo numa base regular? Skinner estava rapidamente desenvolvendo respeito ainda maior por Mulder -- para suas abilidades e persistência a despeito da dor óbvia e desconforto que seu empenho causava a ele; por Scully – por sua força e perseverança, sua inteligência e compromisso, seu ressalto e complacência para assumir alguns dos fardos de Mulder; e pela parceria em si -- eles completavam um ao outro tão bem, como duas metades de um todo, cada um trazendo o que era necessário para alcançar perfeição.

Skinner riu para si mesmo. Aqueles bastardos pensaram que estes dois eram perigosos -- mas eles não tinham a mínima idéia -- nenhuma uma maldita idéia -- exatamente como perigoso eles podiam ser. Se aquele fumante de cigarro bastardo mesmo que descobrisse -- Skinner não pensou que ele pudesse oferecer proteção suficiente, não importa que ele estava disposta a arriscar. Ele teria que encontrar um jeito para temperar a paixão que esses dois levavam para qualquer trabalho que eles fizessem.

Skinner olhou de volta para Scully e Mulder exatamente quando ela fez um certo comentário sobre a horrível gravata dele não ser grande perda. Ele ficou aliviado ao ouvir a atirada seca e resposta rápida de Mulder. Mas então, Scully começou acariciar a testa do Mulder, afagando o cabelo dele atrás, então repousou a sua mão contra a bochecha dele. Skinner assistia enquanto ela inclinava-se adiante, tocando sua testa a de Mulder e segurando-o por um longo momento.

"Mulder, você tem que deixar de fazer isto. Isto não é bom para você." Skinner não podia ter dito isto melhor. Eles tinham que encontrar este cara e tirar Mulder daqui. Isto não podia continuar. Ele começou a pensar em formas em tirá-lo da força tarefa e enviá-lo para casa, sabendo que isto era fútil. Mulder não aceitava ordens bem, não quando ele sentia que ele precisava terminar algo.

Skinner observava, levemente invejoso da proximidade que seus dois agentes compartilhavam, quando Mulder capturou mão de Scully contra sua bochecha, apoiou-se dentro dela, parecendo extrair força da presença dela. Ele não respondeu ao comentário dela. Skinner sabia que nada havia que pudesse dizer. Ao invés, ele se levantou, dizendo, "Vamos, Agentes. Hora de retorna ao motel, mudar e agarrar algo para comer, então encontrar as equipes para esta tarde de instruções. Esperançosamente, alguma coisa mudará."


Capítulo 5

"Eu sempre considerei que as ações de homens são
os melhores intérpretes de seus pensamentos."
John Locke

Uma vez mais Skinner dirigia, desta vez com Mulder na frente e Scully atrás. Ela deu suas descobertas até onde a autópsia parcialmente concluída do último corpo. Ela então inclinou-se para trás dentro do assento, suspirou, e fechou seus olhos.

Mulder olhou prudentemente sobre seu ombro e viu-a sentando com olhos fechados. Ele pegou a oportunidade de estudá-la um pouco mais atentamente. O que ele viu o preocupou. Ele tomou uma decisão.

Ele pegou o olhar de Skinner, então apontou com seu queixo sobre seu ombro a Scully, descansando no assento de trás. "Senhor, nós podemos mudar as instruções para esta noite? Eu preciso de mais algumas horas para olhar ao que nós temos até aqui."

Seu suspiro calmo de alívio foi ecoado de volta quando Skinner olhou para ele por um momento, e então respondeu, "Eu creio que pode ser arranjado, Agente Mulder. Como soa 19:00h?"

"Soa como você estivesse de volta na Marinha, Senhor, mas às 7:00 da noite soa ótimo!" Mulder satirizou.

Um gemido de trás, e quando Mulder mudou numa piscada, ficando satisfeito ao ver um meio sorriso nos lábios de Scully.

Skinner puxou seu celular e começou o processo de adiar a reunião. Ele também arranjou para que quaisquer relatórios, completos ou parciais, sejam copiado e enviados em direção ao hotel para a revisão deles. Ele também pediu refeições para serem entregues no quarto de Scully outra vez.

Quando eles entraram no hotel, Mulder segurou Skinner pra trás por um momento, "Depois de nós comemos dê-me aproximadamente uma hora, Senhor, e então você pode trazer os relatórios para meu quarto. Eu até mesmo limparei um pouco!" Scully tinha parado e virou-se para olhá-los, assim eles apressaram-se em alcançá-la.

Quando eles saíram do elevador, Mulder estava secretamente satisfeito, pelo intento de Scully, e desanimado-se, ao ver o garçom do serviço de quarto do lado de fora da porta do Scully. "Olhe como você consegue ainda outra chance para fazer-me comer, Scully," ele suspirou. Ela somente arqueou sua sobrancelha e olhou para ele.

Scully abriu a porta, gesticulando ao garçom entrar, então os dois homens. Skinner ocupou-se com a carrinho e a comida. Scully foi para cama mais distante e quase desmaiou sobre ela. Mulder viu quando ela pareceu lembra-se que ela não estava sozinha, e puxou-se rigidamente para cima. Ela sentou com suas costa para Skinner, olhando a grande imagem da janela lá fora.

Mulder fez seu caminho para cama e ajoelhou-se diante dela. Ele sentiu como ele estivesse em frente de um executor. Ela só podia atirar nele outra vez pelo que ele estava prestes a fazer! Ele alcançou e removeu um pequeno e sapato de salto. Scully não se moveu. Ela deu-lhe um olhar estrambótico, mas não puxou seu pé embora.

Mulder começou massagear o pé dela, com lentos movimentos circulares. Ela ficou sentada completamente imóvel, assistindo-o, mas ele manteve sua cabeça abaixo, focaliza na sua tarefa. Ele podia apenas vê-la por sob suas pestanas enquanto ela olhava para ele como se nele tivesse crescido outra cabeça. Finalmente, ela começou relaxar, fechando seus olhos, e permitindo a seus ombros descerem. Gradualmente, ela pôs mãos dela na cama atrás dela e inclinou para trás, semi-reclinada.

Mulder trocou um relance com Skinner. O garçom tinha ido, o almoço posto na mesa, e ele ficou observando-lhes os dois. Mulder ofereceu um pequeno e envergonhado sorriso, e Skinner respondeu com um aceno encorajador.

Mulder removeu o outro sapato, e ofereceu ao segundo pé tratamento similar. Terminado, ele gentilmente pegou ambos os tornozelos dela nas suas mãos e sentou-se para trás no seu quadril.

Scully suspirou, então lentamente puxando-se para cima e olhou para baixo a Mulder. Os olhos dela estavam ainda meio fechados no que ela parecia lutar para puxar-se para cima. Mulder alcançou e pegou o braço dela, puxando-a para frente levemente, e estabilizando-a. Ela pôs mão dela sobre a dele, e curvou-se abaixo a ele, murmurando, "Obrigada."

Mulder relanceou para Skinner, então disse, "Scully, depois de nós comermos nós vamos todos tentar dormir um pouco. Você parece cansada -- por favor – diga pra mim que você tentará dormir." Ele odiou a súplica choramingada que ele ouviu rastejando na voz dele, mas ele não sabia como extrair este ajuste para repouso dela. Ele estava ficando realmente preocupado. Ela podia ser tão teimosa -- e ela realmente parecia exausta. Acabando de sair do hospital -- ele sabia que ela deveria estar em casa no sofá dela, com um bom livro, descansando, não afora caçando assassinos seriais e apoiando perfiladores meio malucos.

"Bem, Mulder, eu descansarei. Mas você descansará também." Ela virou-se e olhou para Skinner, incluindo-o na próxima declaração. "E seja quais planos que você dois fizeram juntos para quando eu estiver dormindo, jogue-os fora agora. Vocês dois precisam descansar também. Sem desculpa. Eu concordo em descansar -- assim como vocês, tá bom?"

Mulder assentiu, então deu a Skinner um olhar culpado. Ele levantou em seus pés e ajudou Scully a levantar.

Skinner limpou sua garganta, então disse, "De acordo, Agente Scully. Um pequeno descanso somente nos ajudará esta noite. Agora, Agentes, almoço está servido."


Depois de comer, eles limparam a mesa e colocaram a carrinho de servir lá fora no corredor outra vez. Skinner se desculpou e retornou para seu quarto. Scully pegou roupas confortáveis e entrou do banheiro para trocar-se. Quando ela saiu, Mulder estava adormecido na outra cama dela, TV baixa, controle na mão, mas soando adormecido. Ele ainda estava completamente vestido, tendo apenas retirado sua jaqueta do terno. Seus sapatos pendurados sobre o final da cama. Ela sorriu abaixo para ele ternamente, então acariciou o cabelo dele.

Ela pegou o controle dele e desligou a TV. Ela puxou as cortinas da janela, escurecendo o quarto. Então, ela removeu os sapatos dele e desabotoou os punhos de sua camisa, tentando fazê-lo um pouco mais confortável. Ela encontrou um cobertor extra, cobriu-o, e arrastou-se, exausta, dentro da outra cama.

Mulder estava meio ciente do cobertor sendo colocada sobre ele. Ainda que no seu estado semidormente, ele internamente regozijou-se. Ele aninhou-se lá dentro do conforto morno do cobertor e deste pensamento, e afundou-se mais profundamente dentro da irreflexão.

Algum tempo depois, quando ele a ouvia começar a gemer em aflição na outra cama, ele levantou. Ele olhou abaixo para ela, lutando contra inimigos invisíveis, e tomou uma decisão. Ele retirou suas meias e calças, então removeu sua camisa, deixando seu short e camiseta. Ele puxou para trás as cobertas, unindo-se a ela na cama. Ele pôs-se deitado com ela, e pegou-a no seus braços, cercando-a com ele. Ele precisava disto tanto quanto ela precisava.

Ele a segurou gentilmente, acariciando as costas dela, e murmurando calmamente no ouvido dela. Ela se acalmou quase imediatamente, rolando de bom grado dentro dos braços dele, colocando sua cabeça no peito dele. Ele continuou para acariciá-la, sua costas, seu cabelo, seu braço enquanto ela caía de volta dentro de um sono profundo. Ele, também, empurrou-se para dormir -- todos os pensamentos de assassino seriais e assassinatos fugiram por conta do sonhos de uma pequena mulher de cabelo vermelho que deitava-se aninhada confiantemente no braços dele.


Skinner quis deixar seus agentes dormirem tanto quanto possível. Quando ele não podia esperar mais, ele ligou no quarto do Mulder. Sem resposta. Agora aquilo foi estranho. Mulder prometera a Scully que ele descansaria, e quando ele nem sempre seguia instruções, ele nunca teria deixado para depois de contar a Scully que ele descansaria. Ele podia entortado a definição de descanso, mas ele ficaria no seu quarto.

Skinner desligou, então tentou o quarto de Scully. Ele desejara que Mulder a acordasse, somente em caso dela ficasse aflita outra vez. Mas . . . Mulder parecia sumido da ação no momento.

O telefone tocou uma vez, então uma voz masculina sonolenta respondeu, "Mulder."

Mulder? As sobrancelhas de Skinner dispararam para cima. Bem, não mais sumido da ação. E ele obviamente estava dormindo -- no quarto dela. Na cama dela? A testa de Skinner franziu -- isto podia provar-se difícil.

"Alô?" do telefone. "Alô?" Mulder soou mais acordado e parecia estar enfurecido.

"Oh, desculpe, Mulder," Skinner finalmente falou no telefone. "Eu não estava esperando que você respondesse." Eu queria ver o rosto dele agora, Skinner pensou maliciosamente. Isso poderia ser uma visão!

"Agente Mulder, é hora de ir ao centro de comando para aquelas instruções da noite. Você poderia acordar a Agente Scully -- Eu presumo que ela está aí com você desde esse é o quarto dela -- e você dois me encontrem no saguão em 30 minutos."

Longa pausa. "Uh, olá, Senhor. Eu, uh, dormi no quarto da Scully. Eu, uh ..." A voz sumiu. Afinal, o que mais podia ele dizer? Skinner riu para si mesmo.

"Você me ouviu? É hora de mover-se. E Mulder, não se preocupe sobre os arranjos de dormir, somente não os ostente."

"Uh, sim, Senhor. Trinta minutos. Saguão. Obrigado, Senhor." Clic.

Skinner riu outra vez. Isto podia ser difícil, mas isto estava destinado a acontecer em algum dia. Qualquer um podia ver o compromisso que esses dois tinha para um com o outro. Ele pôs o telefone abaixo. E além disso, quão cansado como eles dois estavam, eles provavelmente só dormiram.


Mulder foi acordado por uma cócegas no seus nariz. Ele buscou escová-la e encontrou um punhado de cabelo. Ele abriu seus olhos, e olhou abaixo. Cabelo vermelho. Cabelo vermelho espalhado pelo seu rosto, seu tórax, seu braço. Ele suspirou satisfeitamente. AQUI era onde ele pertencia. Isto parecia tão certo. Ele nunca mais queria se mover outra vez. Ele apertou seus braços a cerca da mulher que segurava, e fechou seus olhos outra vez, respirando no perfume dela. Sua mente começou a trabalhar formas para ficar aqui, dane-se as instruções, dane-se o caso, somente fique aqui.

E, claro, porque ele estava feliz, contente, esperançoso, alguma coisa tinha que acontecer despedaçar isso. O telefone tocou. Sem pensar em nada exceto não acordar Scully, ele esticou-se e agarrou o telefone. "Mulder," ele murmurou sonolento.

Ninguém respondeu. Ele meneou-se ligeiramente, esperando, então disse, "Alô?" Ainda sem resposta. Agora ele estava ficando completamente acordado, alerta. Outra vez, "Alô?" um toque de raiva na sua voz.

A voz de Skinner respondeu. Skinner começou a falar sobre as instruções, hora de ficar pronto, acordar Scully. Mas Mulder não pôde absorver as palavras. Ele estava fincado no pensamento de que ele tinha respondido o telefone no quarto de Scully, obviamente dormindo, e este foi Skinner que tinha ligado. Skinner sabia que ele estava dormindo no quarto do Scully.

"Eu, uh, dormi no quarto de Scully," ele gaguejou. Aquelas maravilhosas sensações de somente alguns momentos atrás foram-se, substituídas com medo e pânico.

"Uh, sim, Senhor. Trinta minutos. Saguão. Obrigado, Senhor." Ele desligou. Skinner não estava aborrecido. Ele deitou de volta, alívio inundando-o. Ele puxou Scully perto por mais um minuto, gravando este momento na sua mente para toda a eternidade.

Ela aconchegou-se confiantemente dentro do lado dele, estreitando o aperto dela nele enquanto ele estreitava o seu nela. "Ei," ele sussurrou no ouvido dela, "hora de levantar."


Scully estava assustada. Ela estava só. Eles estavam vindo atrás dela outra vez. Ela procurou por Mulder, mas ele não estava lá. Ela não vai deixá-los levá-la outra vez, nunca mais. Ela se virou e começou a correr, longe da luz, longe das formas de dentro da luz. Ela olhou pra trás por cima de seu ombro e tropeçou. Quando ela caiu, um gemido escapou seus lábios. Enquanto ela estava caída lá, esperando em horror pelo que ela tinha certeza viria a seguir, repentinamente, Mulder estava lá. Ele a envolveu no seus braços, e levanto-a para cima. Ele se virou e carregou-a para longe da luz. Ela agarrou-se nele, sentindo o coração dele batendo abaixo de sua cabeça. Ela não estava mais só. Ela deslizou de bom grado dentro da escuridão, segura nos braços de Mulder.

Alguém respirava no seu ouvido. Ela lentamente começou a acordar quando sentiu braços apertarem a cerca dela. Mulder. Ela estava deitada nos braços dele e sentia-se tão segura. Ela sentia-se melhor descansada do que ela sentira-se no que parecia em anos. Esta soneca foi a melhor sono ela pôde lembrar-se. Ela apertou seu próprios braços a cerca dele e aconchegou-se mais perto.

"Ei," ele sussurrou no ouvido dela, "hora de levantar."

"Mmmmm – mais cinco minutos, OK?" ela respondeu em sono. Em algum lugar nos longínquos âmagos de sua mente, ela perguntou-se por que Mulder estava em sua cama, por que ela estava nos braços dele. Mas isto estava tão confortável e confortante, ela recusou-se a pensar nisto exatamente agora.

Ele riu suavemente, "Não podemos fazer, Scully. Skinner nos quer em 30 minutos. Vamos nos mexer." Ele relutantemente começou puxar-se embora.

Ela suspirou, então segurou-o mais apertado quando ele tentou puxar-se embora. "Espera, Mulder."

Ele olhou abaixo dentro do rosto dela questionavelmente.

Ela abriu um olho, olhando para cima vê-lo olhando para ela, em expectativa. "Eu só queria dizer, este é, er, obrigada, Mulder. Eu realmente dormi bem. Obrigada por estar aqui."

Ele continuou a olhá-la, então pegou e moldou o rosto dela na sua mão. Ele lentamente inclinou-se para baixo, seus lábios tocaram os dela. Ele a beijou levemente sobre os lábios delas. Ele recuou, observando, esperando.

Olhando dentro dos olhos dela, ainda não falando, ele inclinou-se nela outra vez e beijou-a suavemente, gentilmente, ternamente, mas com uma sugestão de paixões ainda a ser explorada. Ela permitiu-lhe, necessitando do amor que ele estava oferecendo. Ela abriu-se para ele, deixando-o segurá-la, tocá-la, beijá-la, precisar dela, porque isto era o que ela precisava também.

Ela tremeu da força da emoção dentro do beijo dele. Isto parecia certo -- ela sabia disto dentro do seu coração. Isto parecia certo para ambos deles. Por que ela tinha esperado tanto tempo? Ela precisava estar nos braços deles agora mesmo. Braços fortes para os quais faziam-na sentir segura e aquecida e desejada. Ela agarrou acima e puxou-o para outro beijo, mais profundo, mais forte, fazendo a conexão espiritual que era entre eles real no mundo físico.

Eles se separaram lentamente, hesitantemente. A emoção crua, a necessidade pura, o amor dominante no rosto de Mulder quase quebrou o coração dela. Eles precisavam explorar isto, ela sabia. Mas não agora, não aqui.


Capítulo 6

"Quantas vezes eu tenho que disser a você que quando você
elimina o impossível, tudo que permanece,
embora improvável, deve ser a verdade?"
Sir Arthur Conan Doyle (O Sinal de Quatro)

Mulder e Scully galoparam para o elevador em silêncio. Toda vez ele tentava dizer alguma coisa, sua garganta tapava. Esta era uma ladainha sem fim dentro da sua cabeça. Mas ele não pôde trazer-se para o presente para dizer algo.

Era como, se ele o verbalizasse, isto poderia evaporar-se. Mas aqui ele estava no elevador, ficando mais ansioso a cada minuto – ataque de pânico bem lá na esquina. Ele começou inquietar-se, meneando seu peso de em pé ao pé, então a torcer seus dedos nas mãos. Ele fixou-se no chão – convencido que ele tinha sonhado tudo.

E então -- Scully o tocou -- resgatando sua mão já machucada de abuso auto-infligido, e falou. "Mulder, nós precisamos falar sobre isto. Eu sei disso. Mas não aqui, não agora. Quando nós chegamos em casa, CERTO?"

Ele ergue o olhar do chão, encontrando o olhar dela, e medrosamente perguntou, "Mas aquilo foi certo, certo, Scully? Realmente aconteceu e foi certo, certo? Eu não te feri -- você não está brava? Nós estamos bem, certo?" Ele estava desesperado por reassegurança.

Somente percebendo a profundidade do medo dele, ela soltou uma mão, virou-se e pressionou o botão para parar o elevador. Ela recapturou a mão dele e deu um passo para mais perto dele. "Aquilo foi definitivamente certo, Mulder." Ela sorriu. "E eu quero explorar onde aquilo nos levará. Mas não enquanto nós estamos caçando um assassino serial. Eu quero ser capaz de focalizar toda minha atenção em você, em nós. Se estiver certo pra você, parceiro?"

Mulder engoliu duro e assentiu. "Eu só queria -- precisava -- saber que tudo está bem conosco, Scully." Um soluço estrangulado. "Eu não podia suportar te perder." Ele caiu em seus joelhos. "Eu não podia suportar se eu te ferisse."

Scully puxou-o para ela, embalando cabeça dele contra seu abdômen e acariciando seu cabelo enquanto ele chorava suavemente. "Eu sei, Mulder. Eu lamento, eu não percebi como assustado meu silêncio poderia ser para você. Eu só preciso de tempo para pôr as coisas em ordem na minha própria cabeça – eis o porquê eu estava tão quieta. Não porque você me feriu ou aborreceu-me ou algo mais. Nós nos beijamos -- beijos maravilhosos -- cheios de prazer e desejo e promessa. Eu não quero chegar estragar este caso."

Ela uniu-se a ele sobre seus joelhos, e ele a pegou nos braços dele, segurando-a perto e enchendo-a com pequenos beijos. Então ele ergueu-se, puxando-a para cima com ele, e apertou o botão de reassumir.

O elevador abriu e eles foram encontrar Skinner.


Eles encontraram Skinner no saguão como ordenado. Ambos apareceram rapidamente, vestidos, e estavam prontos para voltar a trabalhar. Skinner notou imediatamente que eles dois pareciam mais descansados do que eles pareceram desde que esta coisa inteira começou.

"Scully, Mulder," ele começou, "nós temos tempo para um sanduíche no cafeteria antes das instruções desta noite."

Uma vez mais, o trio dirigiu-se pelo estacionamento à cafeteria. Skinner notou que Mulder não podia parecer tirar seus olhos fora de Scully. Seu rosto usava um sorriso perpétuo, que alargava num riso toda vez que ele olhava-a. Alguma coisa aconteceu esta tarde, Skinner pensou.

Eles entraram no restaurante e sentaram-se. A mesma garçonete da manhã estava ainda em serviço. Ela se aproximou e perguntou por seus pedidos. Desta vez, ela dirigiu-se a Scully, perguntando, "O que ele terá?" gesticulando para Mulder.

Skinner e Mulder ambos caíram na gargalhada. Scully coloriu um brilhante vermelho, e mergulhou sua cabeça em embaraço.

"É, Scully," Mulder atiçando, "O que eu terei?"

Ela olhou para cima e encontrou os olhos dele, então riu suavemente na brincadeira.

"Ta bom, tá bom, você venceu," ela suspirou. Virando-se para a garçonete, ela disse, "Melhor perguntar a ele desta vez."

A garçonete olhou para os três deles, rindo. Eles eram todos malucos, ela concluiu. Ela pegou os pedidos e deixou-os para a alegria deles.

Através de toda a refeição eles discutiram o caso calmamente. Embora cada um tivesse descansado, e em bom humor, Skinner sabia que isto era temporário. Tão logo eles entraram no centro de comando, e o caso estava bem ali, real e imediato, ele soube que Mulder começaria a aprofundar-se e Scully rapidamente se consumiria. Eles precisavam acabar com isto, agora.

Ele suspirou para si mesmo. Talvez os relatórios dos dois times que trabalharam no passados e as conexões da correspondência poderiam revelar alguma coisa nova.

Ele ficou quieto e escutou enquanto Mulder e Scully discutiam pequenos detalhes. Mulder alcançou e pegou mão dela, oferecendo um comentário, então soltou-a. Ela respondeu, tocando o braço dele. Ele escovou cabelo dela para trás de seu rosto, falando atentamente. Ela afagou perna dele, respondendo calmamente.

Com certeza, Skinner pensou. Alguma coisa definitivamente tinha mudada. Ele nunca os vira compartilhar tanta franqueza, sem simples contato antes. Mulder era muito tátil -- Skinner sabia disto e testemunhara-o muitas vezes. Ele agarrava qualquer oportunidade para tocar Scully -- uma mão nas costas dela, guiando-a por seu cotovelo, um toque gentil na mão ou braço para assegurar a atenção dela.

Mas Scully era mais reservada -- usualmente só iniciava contato regulamente em circunstâncias extremas. E mesmo assim, ela freqüentemente buscava privacidade, ou privacidade relativa, antes de tocar Mulder. Ainda que ela estivesse praticamente segurando a mão dele aqui num restaurante público.

Sim, com certeza, alguma coisa tinha acontecido.


Eles chegaram no centro de comando e Skinner imediatamente chamou todos para pedir e começou as instruções. Mulder agarrou as cópias dos relatórios das equipes e saíram sozinhos para uma canto para ler. Scully deu seu relatório da autópsia – até aí -- com garantias que ela o completaria no dia seguinte.

A cena do crime e agentes do forenses relataram e a equipes de passado das vítimas eram os próximo quando Mulder repentinamente levantou. "É ele," ele disse calmamente, apontando para um nome em uma das lista que ele tinha estado lendo.

A sala estourou. Perguntas, comentários, até mesmo acusações estavam voando rápidas e furiosas. Skinner golpeou a mesa por silêncio.

Scully foi para ele, olhando a lista, e perguntou, "Como você pode ter tanta certeza?"

"Você mesmo o disse, Scully, quando você me perguntou 'Cartas? Podia ser realmente aquele clichê?' Sim, Scully, podia ser aquele clichê. Liam Emerson -- liam me -- uma anagrama que felizmente ele não completou com todo as letras. Ele está conectado a 3 das vítimas e a família da quarta vítima, embora distantemente. As outras conexões estão lá, nós somente não as percebemos. É ele, eu tenho certeza disto."

Exatamente naquele momento, o telefone tocou. Um dos agentes locais respondeu-o.

Mulder olhado para Scully -- seu rosto enrugou. "Oh, Deus, eu finalmente sei quem é, e é muito tarde. Ele pegou outra." Ele colapsou para trás dentro de sua cadeira.

Scully segurou os braços dele, forçando-o encontrar olhos dela. "Você não sabe disto Mulder."

Eles dois olharam para o agente no telefone e para Skinner.

O telefone desceu, e o esperado anúncio foi feito. "Uma moça relatou-se desaparecida por suas amigos – encaixa-se no perfil de vítimas. Desaparecida a 2 dias."

Mulder saltou para cima. "Ela pode estar viva -- nós temos encontrá-lo."

Skinner olhou para Mulder, avaliando-o e seu pronunciamento. Depois de uma longa pausa, ele finalmente se virou e disse, "Monte uma equipe -- trabalhe com o EAR(esquadrão de ação rápida) das forças da lei locais. Vamos encontrar este cara e vamos encontrá-lo agora."

Mulder imediatamente dirigiu-se à porta. A voz de Skinner o parou. "Agentes Mulder, Scully, uma palavra por favor."

O quarto esvaziou-se de todos exceto Skinner, Scully e Mulder. Os parceiros esperavam ansiosamente para ver o que Skinner queria.

"Agente Scully, você está só provisoriamente de volta ao trabalho. Você não irá participar desta fase da operação." Mulder acenou em aprovação, enquanto Scully balbuciava e começava protestar.

Skinner segurou uma mão para cima, exigindo silêncio, e ela se calou.

"E Agente Mulder, você não está fisicamente em forma alguma para participar desta operação." Agora Scully acenava e Mulder balbuciava.

"Você dois unirão-se a mim na van, no comando móvel montado. Nós vamos observar, mas não participar -- isso está claro?"

Ambos acenaram e eles todos seguiram os outros para fora e até a rua.


A van foi estacionada fora de um rancho desconhecida. O dono era um William Emerson -- pai de Liam. Dentro da van estava quente, barulhento, e amontoado. Mulder se encontrava atrás de Skinner, observando um monitor de vídeo e tentando escutar a caixa de áudio. Scully não pôde se achar uma posição para ver, assim ela concentrou-se em escutar.

Os membros de esquadrão de ação rápida estavam lavrando seu caminho até a casa em todos os lados, quando subitamente a porta da frente explodiu ao abrir e uma aterrorizada, jovem mulher meio nua apareceu correndo. Em perseguição estava um jovem homem sacudindo uma arma. Os membros da equipe começaram a correr para os dois, mas parecia que ninguém poderia alcançá-los antes do homem pegar a mulher.

Mulder absorveu tudo aquilo, relanceou rapidamente, quase apologeticamente, na direção de Scully, e disparou fora da van. Scully gritou, "Não, Mulder!" Ela e Skinner ambos saltaram fora da van, seguindo-o.

Mulder corria pelo outro lado da rua. O homem olhou para o lado, viu que problemas estava vindo e abaixou a arma, visando nas costas da mulher.

Mulder redobrou seus esforços e, quando a arma disparou, lançou-se na mulher, eficientemente caindo sobre ela e retirando-a da linha de fogo. O esquadrão interceptou o homem ao mesmo tempo, subjugando-o rapidamente.

Skinner alcançou Mulder primeiro, enquanto ele tentava se levantar. Quando ele estendeu um mão abaixo para ajudar o homem mais jovem a levantar, Scully o parou. "Não se mexa Mulder." Ela ajoelhou-se ao lado dele, olhando em repreensão acima e para atrás a Skinner. "Ele está sangrando."

Skinner olhou outra vez, e viu o sangue no quadril de Mulder, ensopando através das calças rasgadas. Skinner chamou, "Paramédicos, nós temos um agente atingindo aqui!"

"Nossa, Scully, é só um corte." Mulder queixou-se.

"E onde você conseguiu sua graduação médica, Dr. Mulder?" ela perguntou sarcasticamente. "Fique deitado imóvel e deixe-me examiná-lo." Ela desabotoou suas calças e começou a abri-las, quando Mulder limpou sua garganta.

"Um, Scully, tão quanto eu gostaria que você familiariza-se com minhas calças, eu prefira um pouco mais de privacidade, por favor?"

Skinner riu. Ele não podia estar ferido muito grave se ele estava preocupado sobre sua modéstia.


Mulder estava deitado na cama de hospital, suspirou e tentou não bicar o IV. Certos o bastante, Skinner e Scully partiram para cima dele, insistindo que ele ia para o hospital. E então, os médicos do inferno decidiram que ele estava desidratado e sofrendo de exaustão. Ele ficou enfiando aqui durante a noite. Onde estava Scully? Ela disse que ela estava só indo trocar-se. Mulder suspirou outra vez.

A porta abriu, e Scully espiou dentro. "Eu deveria saber que você não estaria dormindo."

O rosto de Mulder avivou-se, "Scully, eu senti tua falta. Por que demorou tanto?"

Ela levantou uma bolsa. "Oferta de Paz? Eu parei e peguei pra você um humbúrger e fritas."

"Ah, Scully, você sabe do que eu gosto." Outro suspiro, este aqui de contentamento.

Scully pôs a bolsa na mesa ao lado da cama e sentou ao lado de Mulder. Ela pegou a mão dele na dela e respirou profundamente. "Mulder, eu não sei se eu posso fazer isto." Ela estremeceu, então continuou. "Quando você saltou fora da van, Eu quis te matar. E então, quando o bala o atingiu, eu quis morrer. Eu sinto como tivesse acabado de encontrá-lo, e eu não quero que isto esteja acabado antes mesmo de começar." Ela estremeceu outra vez, engolindo um soluço incômodo.

Mulder puxou-a abaixo para seu tórax, pondo seus braços a volta dela. "Shhh – está tudo bem. Eu estou bem. Nós estamos bem." Ela começou a chorar e ele murmurou para ela -- as mesmas palavras repetitivas -- tentando para acalmá-la com o zumbido forte de sua voz. Ela começou a acalmar-se, e ele a puxou completamente para dentro da cama com ele. Ele embalou-a gentilmente e esfregou suas costas.

"Scully, você não irá me perder. Tendo você aqui comigo -- isto é mais que qualquer coisa eu jamais esperei em minha vida. Eu me acostumei a pensar se eu podia somente te beijar, te segurar, uma vez, eu podia morrer feliz."

Ele levantou o queixo dela e olhou seriamente dentro do olhos dela. "Mas Scully, eu sou um homem egoísta. Uma vez não é o bastante. Eu quero isto todo dia, por uns cem anos, e então eu quero renegociar por um novo contrato. Se isto estiver bem pra você?"

Ele inclinou-se dentro dela, levemente tocando os lábios delas com deles. Lembrando-a do novo começo deles. Ela o agarrou bem apertado e aprofundou o beijo, abrindo-se para ele, compartilhando tudo que ela era.

"Nós temos para sempre, Scully. E quando nós chegamos em casa, nós começaremos a fazer nossos planos. Mas por ora, só repouso."

Ela entocou-se dentro do tórax dele, segurando-o tão apertado quanto ela pôde sem feri-lo. Ele acariciava cabelo dela e ouvia como a respiração dela nivelar-se ao sair e ela deslizou dentro de um sono profundo.

Mulder fechou seus olhos e pôs-se a dormir, ansiando em dormir uma vez na sua vida. Ansiando em sonhar com uma pequena mulher de cabelo vermelho, e a vida que eles fariam juntos.


End